segunda-feira, 16 de março de 2015

Quem mandou não ter nascido gênio, partiu estudar mais

 Aprender algo completamente novo é muito difícil, não é mesmo? Mas vou te dizer uma coisa, difícil mesmo é aprender algo que pros outros parece fácil, praticamente instintivo e pra você é absurdamente difícil.
 Acredito que seja algo do ser humano, estar sempre se apropriando de um conhecimento novo, faz parte do processo da vida, impossível ficar inerte enquanto o mundo acontece assim tão freneticamente, mas é nesse ponto que me pego pensando: Como existem pessoas que desistem? Que deixam de aprender, que se recusam a conhecer, que não se importam e apenas encostam no barranco para ver a vida passar, mas a resposta pode ser mais clara e cristalina quanto parece.
 Na verdade as pessoas se frustram, é obvio que cada um de nós tem uma vivência diferente, até mesmo irmãos com mesma criação tem perspectivas diferentes da vida e é aí que surgem os problemas.
 Somos seres sociais, logo nos constituímos por meio da relação com o próximo e não há como fugir disso, mas o ponto é que todos nós, em algum momento da vida, nos deparamos com amiguinhos monstruosamente bons ou rápidos na compreensão e o que ocorre é que, também em algum momento da nossa trajetória, acabamos sendo vítimas de professores que nivelam por cima, explico pega o top da sala e mede o conhecimento da sala por aquele fukking alienígena de ótima memória de uma figa.
 Não estou dizendo que seja ruim, afinal de contas te força a sair de sua zona de conforto e se virar para alcançar aquele patamar frenético de raciocínio, até parece que um tal russo Lev Vygotsky chama isso de zona de desenvolvimento proximal, masssss pensem empaticamente, se coloque no lugar daquele jovem trivial que está ali todo pimpão doido pra compreender aquela informação e de repente se vê num jogo de ping pong chinês, em que a bolinha nunca é lançada pra ele e quando é lançada, de tão rápida, o acerta em cheio no meio da cara.
 Pois bem, tente imaginar-se deslocado, sem entender nada What the hell is going on here?, só dar bola fora e ainda fingir que está tudo bem.... #partiudepressão e aí o sentimento de não pertencimento toma a pessoa, que sentindo-se a mais asna do universo desiste e, como um copo d´água acredita ter chego ao seu limite de capacidade de absorção do saber.
 Claro que tudo isso poderia ser amenizado por meio da didática, de tentar outros caminhos para a compreensão do aluno e isso exige muita empatia, boa vontade e tempo por parte do professor, mas sobretudo humildade do aluno de se sentir um jumento e mesmo assim continuar... Ahhhh! Mas qual seria a graça de viver assim gostosinho?? O negócio é viver no modo very hard, com zumbis correndo atrás de ti sedentos por seu sangue e você só tem uma munição no pente, Resident Evil nos ensinou isso no Play1.
 Saudade do tempo em que tínhamos dificuldades em grupo em compreender geometria 1, passar por isso individualmente te prova quão incompetente se é....kakak, mas A VIDA É ESSA COISA BONITA QUE VOCÊ TÁ VENDO, então vamos ver o lado positivo da história, esse tipo de acontecimento te mostra que é preciso mais dedicação e estudo, prática sobretudo, pois como diria Thomas Edison: "A genialidade é 1% de inspiração e 99% de transpiração", e não há nada mais mortal do que a frase Bom trabalho (Terence Fletcher - Whiplash....vish! só os fortes). Portanto pare de chorar como uma menininha sentindo pena de si mesmo é vá estudar mais, ser preguiçoso...kakak

Resident Evil foi uma escola sobre a vida



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